Uso do drone no mundo: visão geral

Uso de drones nos Estados Unidos

O prática de drones nos Estados Unidos deve respeitar algumas regras de uso, como, por exemplo, os voos nos quais os operadores estão em contato visual com os aparelhos são para drones que pesam até 25 quilos e que alçam voo até 122 metros de altura.

Para voos mais altos somente em áreas abertas e, nesse caso, as aeronaves devem permanecer a 120 metros de distância de qualquer prédio ou estrutura.

Os drones só podem estar ativos durante o dia ou, de acordo coma agência de aviação americana – FAA, chama de “alvorecer civil” – 30 minutos antes do nascer do sol, ou meia hora após o pôr-do-sol. Além disso, as aeronaves devem ter luzes de identificação para evitar colisões.

A FAA criou o “certificado de piloto remoto”, e exige que os candidatos  façam curso para formação na aviação civil, depois passem por um teste e tenham mais de 16 anos.

Entre os possíveis usos das aeronaves no país estão a entrega de alimentos em áreas de difícil acesso e para o e-commerce e  filmagens, fotos e outros tipos de trabalhos jornalísticos ou de lazer.

Uso de drones na Europa

Na Europa foi estabelecida uma legislação com regras de segurança aérea para permitir que os drones, independente do tamanho, possam voar em segurança no espaço aéreo europeu. São elas:

  1. os operadores terão de manter os drones a uma altura e distância máximas, a fim de evitar o perigo no solo ou perigo também com outros utilizadores do espaço aéreo,
  2. o acesso a áreas geográficas específicas, tais como aeroportos, embaixadas, prisões e centrais nucleares, será restrito ou estará proibido,
  3. registo obrigatório de drones que transmitam mais de 80 joules de energia cinética no momento do impacto e possam causar ferimentos. Os drones registados serão marcados para serem facilmente identificados, e
  4. os drones terão que ser desenhados para minimizar o ruído e a poluição.

Uso de drones na Ásia

Combinando monitoramento da poluição até o controle da multidão, em manifestações, passando pelo auxílio de investigações policiais e, até mesmo, pasmem, servindo mesas, os drones na Ásia ganham usos inovadores em vários países da Ásia, como China, Índia e Japão.

Na China, os drones auxiliam o Ministério da Proteção Ambiental na verificação sobre as empresas, a fim de fazer cumprir as diretrizes de controle da poluição.

O uso de drones na Índia são eficazes para monitorar as manifestações, mas também ajudam demais nos problemas sociais, meio ambiente e vida selvagem.

Como aconteceu no território de Uttarakhand. Lá, um tigre matou sete pessoas. Foi com a ajuda de um drone que foi possível localizar o animal.

Os drones também auxiliaram a unidade de inteligência policial, como a resolução de um caso de estupro e assassinato. Por meio da aeronave, foi possível captar imagens do agressor e prendê-lo.

No Japão, o uso de drones incide numa regulação mais flexível. E a ação das aeronaves  incide na pesquisa. Como foi o caso  da execução de uma pesquisa que resultou em uma coleta bem-sucedida de amostras de partículas atmosféricas, a uma altitude de 22 km – cerca de 13,5 milhas – que sobrevoou a Antártida, com o uso de um VANT auxiliado por um balão.

Seguindo essas informações, é possível criar a expectativa de que em vários países do mundo haverá crescimento de empregos e, consequentemente, a aceleração da economia. Tudo isso em razão do uso de drones.

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