Pulverização em lavouras com uso de drones

O Ministério da Agricultura estabeleceu normas para o uso de drones na pulverização de lavouras.

Quem quiser fazer uso dessa nova tecnologia terá de registras no ministério da Agricultura.

Neste artigo entenda como funciona o uso dos drones na pulverização em lavouras.

Como funciona um drone para pulverização?

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, os drones irão substituir o pulverizador usado nas costas por produtores. Mas, para fazer a pulverização, todos os operadores de drones terão que ter registro no Mapa e se qualificarem para operar o equipamento e aplicar o produto com segurança.

Além disso, as empresas precisam de ter um engenheiro agrônomo, um piloto agrícola remoto certificado pelo Ministério e um técnico agrícola com curso de executor em aviação agrícola para as missões em campo.

O Ministério complementa que, no caso dos agricultores, será preciso contratar um engenheiro agrônomo e piloto agrícola remoto certificado e que, tanto as empresas quanto os agricultores, terão de fazer relatórios técnicos das operações por um prazo de dois anos que ficarão à disposição de eventuais fiscalizações por parte do Mapa.

Por que usar um drone para pulverização?

A produtividade, menores custos e produção agrícola andam de mãos dadas com a tecnologia.

E, nesse caminho estão os drones. A substituição de tratores por sistemas aéreos, na aplicação de agrotóxicos contribuem para

  • maior rapidez na realização da pulverização,
  • facilidade de aplicação em solos encharcados, uma vez que a pulverização terrestre se torna impraticável,
  • redução de perdas na produção, uma vez que a aplicação terrestre implica também em amassar o solo provocado pela passagem,
  • atuação somente em áreas afetadas pelas pragas, e
  • possibilidade da pulverização ocorrer à noite, quando a temperatura é menor e as plantas têm maior facilidade para absorver defensivos.

Como operar a pulverização com drone?

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a instrução normativa vai abranger os drones pertencentes à

  • Classe III – aeronaves com peso máximo de decolagem entre 250 g e 25 kg, tal classificação está de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil,
  • Classe I – aeronaves com mais de 150 quilos, e
  • Classe II – aeronaves de 25 kg a 150 kg.

Todas as aeronaves devem seguir a Instrução Normativa N° 02/2008, que trata das normas de trabalho da aviação agrícola, e os equipamentos devem ser pilotados por profissionais treinados ao serviço, ou seja, eles devem realizar uma aplicação segura e eficiente.

Dessa forma, para fazer uma pulverização segura é preciso seguir os seguintes itens:

  • a pulverização com drones podem ser feitas com ou sem o auxílio de um controlador.
  • a avaliação deve ser feita, levando em conta o alvo e o estágio da cultura,
  • o uso do bico deve ser definido com base na forma do jato e na vazão adequada.
  • o preparo da calda para ser realizado dever respeitar a ordem de adição dos produtos no tanque de acordo com suas formulações e as referidas concentrações.

Vale ressaltar que os drones para pulverização possuem sensores de microondas nas laterais e na frente que medem as variações do terreno, além de algoritmos em seus sistemas para permitir a liberação da quantidade correta de produto, na altura e velocidade ideais.

Está interessado em pulverizar sua propriedade com drones?

Se você ficou interessado e quer entender mais sobre essa tecnologia, fale conosco que teremos o maior prazer em te ajudar.

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